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o sonho comanda a vida



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Apoio as vitimas de vilolência domestica/português/inglês








Informações Úteis

Se for agredida o que poderá fazer:

ligar para o 800202148

ou Gritar, pedir socorro, procurar refúgio e auxílio em casa de vizinhos, amigos ou PSP (estas atitudes que podem reduzir ou acabar com a agressão).

Dirija-se a um Hospital ou Posto Médico para ser observada.


Apresente queixa na PSP ou qualquer outro órgão de policia criminal (as pessoas que presenciaram poderão servir de testemunhas).

Se pretende sair de casa, saiba que:

A lei protege-a quando há motivos sérios para abandonar o lar. Se receia pela sua integridade física ou psicológica, pode sair de casa e levar os seus filhos, pois o seu objectivo é defender-se e evitar novas agressões. Contudo, deve dizer a alguém (familiares, vizinhos, amigos,...) o motivo porque saiu de casa.

Não perde o direito de lhe atribuírem o poder paternal dos seus filhos. E em caso de divórcio, tem o direito de pedir a pensão de alimentos, de voltar a morar na casa de família e direito ao recheio da mesma e outros bens.







Violência gratuita e doméstica


Todos os dias somos bombardeados com notícias sobre violência gratuita e doméstica, e quantos de nós já passamos por estas situações ou presenciamos alguma?
Qual é o gozo em praticar este tipo de acções? Quantas pessoas doentes, sim, porque quem pratica estas coisas, só pode ser um doente, faz sofrer os outros e acabam por destruir famílias?
Quis trazer este tema a discussão hoje porque quando acordei e vi as notícias, tive conhecimento de que em Portugal há 400 mil alcoólicos?! Mas o que é isto?! É lógico que quem seja alcoólico não está na plena posse das suas faculdades, logo está mais susceptível a praticar violência sobre quem não tem culpa nenhuma do que se passa.
Gostava de saber as vossas opiniões e já sabem, qualquer artigo é bem vindo.
Cumprimentos

Habitualmente, a família constitui o primeiro e o mais importante espaço de crescimento físico, intelectual, afectivo e moral. Através de uma relação privilegiada com as figuras parentais, e muito particularmente com a mãe nos primeiros meses de vida (ou uma sua substituta), o bebé vai aprendendo a conhecer o mundo que o rodeia e vai percebendo que ele é diferente das outras pessoas, tendo cada uma delas a sua identidade própria. Esta é, sem dúvida, uma aquisição difícil, mas importante, que se vai processando durante toda a infância mas que se inicia por volta do segundo semestre de vida.

Um dos aspectos que dificulta este processo de reconhecimento da diferença e da distinção entre o Eu e o Outro resulta da fusionalidade, isto é, da estreita relação em que a díade, ou o par mãe-filho, inicialmente se encontra. Aquando do nascimento, o obstetra ou a parteira cortam o cordão umbilical que liga o recém-nascido à mãe. No entanto, e apesar deste desligamento, o bebé necessita de manter uma relação de forte ligação e dependência (ligação fusional) com a figura adulta a quem se vai vincular (figura de vinculação principal): é ela que não só o vai alimentar, mudar quando está sujo, aquecer quando tem frio ou libertar de alguma roupa quando tem calor, como é também a mãe que vai perceber aquilo de que o seu filho necessita em cada momento.

Nascendo cheio de potencialidades, o recém-nascido é, contudo, inicialmente muito imaturo e tem apenas o corpo e a voz para comunicar. O choro, os movimentos do corpo, a mímica vão sendo progressivamente interpretados pela mãe que passa a saber cada vez melhor quando é que o bebé está a chorar porque tem fome, ou quando é que o faz porque tem a fralda suja ou porque, muito simplesmente, quer companhia e quer tagarelar com alguém. Desta forma, a mãe (e também outras pessoas como o pai, os irmãos, os avós, etc.) vai ajudando o bebé a descodificar as suas emoções e a dar nome às coisas, num processo que é extremamente importante para o desenvolvimento da sua capacidade de pensar e para o aparecimento e desenvolvimento da própria linguagem.

Os problemas de comunicação

Como podemos facilmente compreender esta tarefa não é fácil, pois o bebé comunica de uma forma muito diferente da nossa. Há, portanto, muitas situações em que a mãe não acerta com aquilo de que o bebé necessita e este, nessas circunstâncias, chora, e por vezes chora muito, deixando a mãe muito cansada e muito desesperada. Habitualmente ela já está cansada por outras razões (noites mal dormidas, divisão da atenção e dos cuidados entre o bebé e os outros irmãos, lida da casa, trabalho) e, por vezes, sente-se triste, com falta de força, muito sensível nos meses que se sucedem ao parto (podendo sofrer daquilo que se chama depressão pós-parto e que tem que ser diagnosticado por um profissional de saúde e tratado convenientemente). Por umas e por outras razões, pode acontecer que, entre a mãe e o bebé, se desenvolvam dificuldades de comunicação. Em situações mais desesperadas, a mãe pode mesmo desistir, deixando o bebé sozinho, entregue a si próprio por períodos mais ou menos longos e, nem sempre, em condições de segurança.
Quando isto se repete com frequência, o bebé começa a ser negligenciado, isto é, começa a não ser atendido nas suas necessidades físicas (alimentação, higiene, saúde, protecção, vigilância face ao perigo, habitação) e afectivas (contacto corporal, carícias, mimos, brincadeiras, companhia). Outras vezes, em situações em que a mãe procura, sem o conseguir, fazer com que a criança lhe obedeça e faça aquilo que ela entende que é necessário e correcto (por exemplo, comer a papa, dormir, estar acordado) pode surgir um comportamento mais violento (berros, pancada, apertões, etc.) que, em função da sua intensidade e do local em que o bebé é atingido, pode chegar a pôr em perigo a sua saúde ou mesmo a sua vida. A violência pode, como vemos, surgir nestas ocasiões.
Quando a mãe e o bebé não estão sozinhos, outras pessoas como o pai, os irmãos, os avós, os tios, etc., podem ajudar a esbater estas tensões mas podem, também, aumentá-las (por darem indicações contraditórias, por exigirem também uma parte da atenção, por criarem muito ruído e confusão, por criarem alianças de uns contra os outros) e, nessa altura, a violência pode alargar-se e envolver mais pessoas.

Como acabei de referir, o início da vida de um bebé obriga a uma dependência muito grande entre ele e a mãe (ou seu substituto). Mais ou menos a partir dos seis meses, essa forte ligação deve começar a transformar-se para dar lugar a uma dependência cada vez mais relativa, de modo a permitir não só que outras pessoas (desde logo o pai, mas também outros elementos) passem a fazer parte activa da vida do bebé como a possibilitar-lhe a experiência de estar sozinho. Será na ausência da figura de vinculação que o bebé aprende a distinguir-se dos Outros, pois só nessa altura compreende que os esses Outros não são um prolongamento dele próprio (do seu Eu) nem estão sujeitos integralmente à sua vontade (omnipotência).
A gestão deste equilíbrio entre uma grande dependência e uma dependência relativa é algo que se torna simultaneamente difícil para a mãe e para a criança. À medida que cresce, esta vai experimentando novas forças e vai testando o adulto no sentido de ver o que é que pode ou não pode fazer e até onde é que tem capacidade para ser ela a determinar o rumo dos acontecimentos e a influenciar o comportamento dos outros. À medida que o tempo vai passando e que a mãe vê o seu filho crescer, ela percebe que ele vai tendo cada vez mais capacidades para se ir autonomizando: mas se isso, por um lado, lhe dá geralmente prazer, por outro lado, fá-la experimentar um terrível sentimento de perda com o qual nem sempre lida muito bem e face ao qual é, muitas vezes, tentada a reforçar os laços de dependência, tornando-se “mãe galinha” e podendo submeter demasiadas vezes a criança à sua vontade. Esta, no entanto, e ao mesmo tempo que necessita de ser amada e protegida, reforçada nas suas necessidades de dependência, procura libertar-se da corrente de afectos que a aprisiona, provocando o adulto no sentido de, por vezes da forma mais inadequada e inábil, testar, simultaneamente, a sua capacidade de dar afecto e de dar autonomia.

Criança

Aspectos gerais do desenvolvimento da criança

O desenvolvimento psicoafectivo e maturativo da criança faz-se por etapas, dependendo umas das outras. Assim, cada período ou fase da vida duma criança deve ser olhado como uma pequena peça dum grande puzzle que é a construção da sua saúde mental.

0As doenças mentais na infância são raras, contudo as perturbações da saúde mental são cada vez mais frequentes. Este facto só pode ser superado se cada um de nós estiver atento aos sinais de risco que precocemente se manifestam no comportamento infanto-juvenil. As intervenções psicoterapêuticas atempadas poderão evitar situações crónicas ou de difícil solução.

Eis algumas causas que na sociedade contemporânea podem fazer perigar a vida psicológica das crianças e adolescentes:

crises familiares prolongadas (violência doméstica, divórcio/ separação dos pais, etc.);

abandonos sucessivos, perdas por luto mal geridas;

falta de confiança nos prestadores de cuidados ;

negligência;

desamor;

ausência de vínculos afectivos;

conflitos na escola;

ausência de supervisão parental;

solidão e isolamento;

ausência de mediação em relação ao visionamento dos meios de comunicação social;

excessiva permissividade parental;

ausência ou contradição na autoridade, etc.

Os sintomas que podem levar a uma redução da qualidade de vida da criança ou mesmo à perturbação do seu comportamento e, em última análise, à doença mental, são:

tristeza;

desmotivação;

isolamento;

apatia;

estados de ansiedade e melancolia;

alterações bruscas de humor;

agressividade;

discurso frequente sobre a temática da morte;

reactivação dos medos já anteriormente ultrapassados;

ideias fixas, por exemplo obsessivas, etc.

Se o seu filho apresentar alguns destes sintomas, mantenha-se calmo, converse com ele, tente securizá-lo e analise o ambiente que o rodeia (saiba quem são os seus amigos, os companheiros e por onde anda). Preste-lhe atenção e estabeleça com ele uma relação de confiança. Provavelmente o sintoma passará. Caso isso não se verifique peça ajuda ao seu médico de família. Ele saberá enviar o pedido para as equipas especializadas que funcionam no Departamento de Pedopsiquiatria e Saúde Mental Infantil e Juvenil e que estão permanentemente de prevenção no Hospital Pediátrico de Coimbra.


O que é a violência doméstica?
Designa-se por “violência doméstica” todo o tipo de agressões que existem no seio de uma relação familiar.

Pode tomar a forma de violência psicológica e mental, que inclui agressões verbais, perseguição, clausura, privação de recursos físicos e financeiros, dificultação de contactos com familiares ou amigos.

Em muitos casos chega à agressão física, que pode ir das violações, empurrões, beliscões, pontapés, espancamentos, até à morte.

A violência doméstica atinge crianças, mulheres, idosas, deficientes ou doentes.

Também se registam outros casos de violência doméstica, como em casais homossexuais e em casais heterossexuais em que a vítima é o homem.

No entanto é nas mulheres que se concentram os esforços de erradicação da violência doméstica porque é sobre elas que recai a esmagadora maioria dos casos de violência.

A Violência contra as Mulheres é talvez a mais vergonhosa violação dos direitos humanos. Não conhece fronteiras geográficas, culturais ou de riqueza. Enquanto se mantiver, não poderemos afirmar que fizemos verdadeiros progressos em direcção à igualdade, ao desenvolvimento e à paz." Kofi Annan, Secretário Geral das Nações Unidas.


- Todas as pessoas, homens mulheres e crianças podem ser vitimas de violência.

- Um grande número de actos de violência ocorre no seio da família, sendo as mulheres, as crianças e os idosos as vitimas mais frequentes de maus tratos.

- Entende-se por maus tratos qualquer forma de agressão física ou moral.

- Socos, pontapés, agressão com armas ou objectos pesados, abandono, expulsão de casa, violência sexual, são algumas das formas de maus tratos físicos.

- Os insultos e humilhações, em público e privado, as ameaças, o abandono moral, a destruição de propriedade pessoal e doméstica, são formas de maus tratos morais.


Definição de Violência Contra as Mulheres - Conselho da Europa:

"Qualquer acto, omissão ou conduta que serve para infligir sofrimentos físicos, sexuais ou mentais, directa ou indirectamente, por meio de enganos, ameaças, coacção ou qualquer outro meio, a qualquer mulher, e tendo por objectivo e como efeito intimidá-la, puni-la ou humilhá-la, ou mantê-la nos papéis estereotipados ligados ao seu sexo, ou recusar-lhe a dignidade humana, a autonomia sexual, a integridade física, mental e moral, ou abalar a sua segurança pessoal, o seu amor próprio ou a sua personalidade, ou diminuir as suas capacidades físicas ou intelectuais."


A Violência contra as Mulheres é talvez a mais vergonhosa violação dos direitos humanos. Não conhece fronteiras geográficas, culturais ou de riqueza. Enquanto se mantiver, não poderemos afirmar que fizemos verdadeiros progressos em direcção à igualdade, ao desenvolvimento e à paz." Kofi Annan, Secretário Geral das Nações Unidas.


- Todas as pessoas, homens mulheres e crianças podem ser vitimas de violência.

- Um grande número de actos de violência ocorre no seio da família, sendo as mulheres, as crianças e os idosos as vitimas mais frequentes de maus tratos.

- Entende-se por maus tratos qualquer forma de agressão física ou moral.

- Socos, pontapés, agressão com armas ou objectos pesados, abandono, expulsão de casa, violência sexual, são algumas das formas de maus tratos físicos.

- Os insultos e humilhações, em público e privado, as ameaças, o abandono moral, a destruição de propriedade pessoal e doméstica, são formas de maus tratos morais.


Definição de Violência Contra as Mulheres - Conselho da Europa:

"Qualquer acto, omissão ou conduta que serve para infligir sofrimentos físicos, sexuais ou mentais, directa ou indirectamente, por meio de enganos, ameaças, coacção ou qualquer outro meio, a qualquer mulher, e tendo por objectivo e como efeito intimidá-la, puni-la ou humilhá-la, ou mantê-la nos papéis estereotipados ligados ao seu sexo, ou recusar-lhe a dignidade humana, a autonomia sexual, a integridade física, mental e moral, ou abalar a sua segurança pessoal, o seu amor próprio ou a sua personalidade, ou diminuir as suas capacidades físicas ou intelectuais."


Uma em cada cinco mulheres sofreu maus tratos por parte do seu marido ou companheiro, pelo menos uma vez na vida;

- 25% da totalidade dos crimes violentos que chegam ao domínio público, dizem respeito a agressões perpetradas contra a mulher, pelo seu marido ou companheiro.



Continuamos, assim, em pleno século XXI (diz-se que o anterior foi o "século das mulheres") a assistir a um fenómeno que põe em causa a qualidade de vida e os direitos das mulheres e dos seus filhos, o que nos leva a questionar e a reflectir sobre as estratégias e as medidas que têm vindo a ser adoptadas.



É sabido que a violência conjugal surge na confluência de diferentes tipos de variáveis (pessoais, relacionais, situacionais e culturais) cuja leitura e compreensão assume, muitas vezes, grande dificuldade. Importa evitar cair na tentação de leituras simplistas e soluções aparentes que nada alteram, servindo, apenas, para ajudar a perpetuar o problema. Condenar o culpado e proteger a vítima, por si só, não alteram comportamentos nem dinâmicas relacionais.



Ouvimos, muitas vezes, dizer que:

Se a mulher mantém um relação violenta, é porque quer... pode apresentar queixa, ir para um centro de acolhimento e, resolver o problema. Se ela não pede ajuda é porque não sente necessidade?



O que acontece, frequentemente, é que há factores que levam a mulher a manter-se na relação, que, importa considerar:



- o medo de vir a ser ainda mais maltratada;

- os filhos, e a convicção de que, apesar de tudo, eles gostam do pai e este lhes faz falta;

- a dependência económica, mesmo em casos em que a mulher tem uma actividade remunerada;

- o ter de enfrentar uma nova vida sózinha, com os filhos a cargo e a responsabilidade da sua educação e do seu futuro;

- o assumir o insucesso da sua relação;

- a vergonha/humilhação.

- ...



Mais do que julgar, há que compreender o fenómeno na sua globalidade e, entre outras medidas, desenvolver programas de apoio, reabilitação e acompanhamento para vítimas e agressores, promover programas, dirigidos a todos os niveis de ensino, de "Educação para a igualdade entre os sexos", de "Educação para a paz" e de Prevenção da violência.


Os conflitos

É neste contexto que se geram, quer na infância quer na adolescência, muitas guerras que terminam, mas também se prolongam, em actos de violência psicológica (insultos, gritos, críticas permanentes, desvalorizações, ameaças de abandono) e/ou física (empurrões, bofetadas, tareias, queimaduras, mordeduras, etc.). Na infância, como a criança tem menos poder físico do que o adulto e o vê, habitualmente, como tendo mais autoridade (hierarquia vertical) os comportamentos violentos ocorrem mais frequentemente do adulto para a criança, sendo esta, na grande maioria das vezes, a vítima. Numa situação de maior semelhança com o adulto (quer em termos físicos quer em termos cognitivos), o adolescente pode, também, aparecer como agressor, alternando, muitas vezes, com o adulto, num jogo de papéis em que, ora sendo um vítima e o outro agressor e vice-versa, é a própria violência que se auto-alimenta.

Como pudemos perceber, a violência está muito ligada a dois aspectos:
a) por um lado, à necessidade do agressor impor a sua vontade e de submeter o outro a essa mesma vontade, mantendo, assim, uma relação de forte dependência e ligação;
b) por outro lado, ao exercício da autoridade e da disciplina. Não admira, portanto, que possamos assistir ao aparecimento, ou aumento, de comportamentos violentos em alturas em que a vítima tem mais necessidade de regras e limites e em períodos em que manifesta maior necessidade ou em que expressa mesmo a sua autonomia. Ser pai é, sem dúvida, difícil pois exige um constante equilíbrio entre ser firme, sem ser autoritário, e amar sem asfixiar o outro, entre dar e receber. Nem sempre os nossos próprios pais conseguem criar em nós a confiança de que necessitamos para nos sentirmos suficientemente amados e capazes de amar os outros, respeitando a sua individualidade. Quando isso acontece, temos tendência a sentirmo-nos fracos, a confiarmos pouco em nós e, paradoxalmente, procuramos dominar os outros como forma de nos dominarmos a nós próprios e de nos ressegurarmos do seu amor. Por essa razão encontramos muitas histórias de pais que maltratam os filhos e de filhos que, quando se tornam pais, também maltratam os seus próprios filhos, numa cadeia que, felizmente, por vezes se interrompe mas que tem bastante tendência para se perpetuar.

Em famílias e em sociedades em que as hierarquias são muitos rígidas (e em que, portanto, quem manda e quem obedece estão em níveis de poder muito diferentes), em que as crenças em torno da obediência e do respeito consideram que quem está no topo da hierarquia tem o direito de ser obedecido em qualquer circunstância e que quem obedece o deve fazer sem contestação, em famílias e em sociedades em que o grau de autonomia relativa dos sujeitos é muito pequeno (porque existe uma forte dependência de uns face aos outros) e em que se considera que os homens são mais fortes e devem exercer a sua protecção sobre as mulheres, consideradas estas mais frágeis, submissas e dependentes, a possibilidade de surgirem comportamentos violentos como forma de resolver questões de poder, de auto-afirmação, de contestação e de autonomia pessoal é muito grande. É nesse sentido que temos todos que estar atentos, de forma a respeitarmos o Outro na sua individualidade, para nos respeitarmos a nós próprios e sermos por ele respeitados, e de modo a encontrarmos formas menos destrutivas de resolvermos as nossas dificuldades, divergências e conflitos.

Há famílias em que a violência ocorre, fundamentalmente, entre o casal. As razões são, em minha opinião, as mesmas: muitas vezes pouco seguros de si próprios, estes dois adultos criam uma forma de comunicação em que um ataca e o outro se torna vítima mas em que, geralmente, ambos contribuem para a perpetuação da violência. As suas famílias de origem (isto é, os seus pais, irmãos, cunhados, tios, etc.) estão, na maior parte das vezes, envolvidas, mesmo quando isso não é muito claro e mesmo quando o que todos mais querem é ajudar.
Quando têm crianças, aqueles adultos não conseguem desenvolver a sua relação sem que elas também nela participem, umas vezes porque são os próprios pais que as chamam como aliadas, outras vezes porque são elas que querem participar, convencidas de que poderão pôr fim à própria violência. Pura ilusão! No início, os filhos procuram, através daquilo que dizem (“não vos quero ver zangados”, “não quero que lhe batas”) ou do que fazem (do seu choro, das suas pequenas perrices ou chamadas de atenção, por exemplo), mostrar aos pais que querem que a situação se altere. No entanto, se ela se prolonga, colocam-se do lado do progenitor que é vítima, procurando consolá-lo e, por vezes, defendê-lo.
É também nesta altura que, muito frequentemente, se voltam contra o progenitor agressor, criticando-o ou desafiando-o na sua autoridade. Como podemos facilmente compreender, nestas circunstâncias, as crianças correm sérios riscos de serem também elas agredidas (física e/ou psicologicamente), pois o agressor não pode aceitar ver-se contestado nem desafiado. A vítima adulta pode ser, ainda, mais agredida dado que o agressor pensa que foi ela que incitou as crianças a tomarem aquelas atitudes. Por vezes, os pais têm períodos de tréguas: só que, nessa altura, as crianças sentem-se frequentemente traídas pelo progenitor vítima e, não percebendo o que se passa com os pais, tendem a tornar-se rebeldes e, frequentemente, vítimas da zanga do pai e da mãe.










Support the vilolência victims domesticates

Useful information

If it will be attacked what it will be able to make:

to bind for the 800202148

or To cry out, to ask for aid, to look to shelter and aid in house of neighbors, friends or PSP (these attitudes who can reduce or finish with the aggression).

It is directed a Hospital or Medical Rank to be observed.


It presents complaint in the PSP or any another agency of polices criminal (the people that they had witnessed will be able to serve of witnesses).

If it intends to leave house, knows that:

The law protects when it has it serious reasons to abandon the home. If it is afraid for its physical or psychological integrity, can leave house and take its children, therefore its objectivo is to defend itself and to prevent new aggressions. However, it must say to somebody (familiar, neighboring, friends,…) the reason because it left house.

It does not lose the right of attributing the paternal power to it of its children. E in divorce case, has the right to ask for the food pension, to come back to live in the house of family and right to the filling of same and the other good.







Gratuitous and domestic violence


Every day we are bombed with notice on gratuitous and domestic violence, and how many of us already we pass for these situations or we witness some?
Which is the joy in practising this type of shares? How many sick people, yes, because who practises these things, only can be a sick person, make to suffer the others and finish for destroying families?
The quarrel wanted to bring this subject today because when I woke up and vi the notice, had knowledge of that in Portugal it has 400 a thousand alcoholic ones! But what it is this! It is logical that who is alcoholic is not in the full ownership of its facultieses, then is susceptível to practise violence on who does not have guilt none of what it is transferred.
It liked to know your opinions and already they know, any article is welcome.
Compliments

Habitually, the family constitutes first and the most important space of physical, intellectual, afectivo and moral growth. Through a privileged relation with the parental figures, and very particularly with the mother in the first months of life (or one its substitute), bebé goes learning to know the world that encircles and goes perceiving it that it is different of the other people, having each one of them its proper identity. This is, without a doubt, an acquisition difficult, but important, that it is gone processing during all infancy but that is initiated for return of as the semester of life.

One of the aspects that this process of recognition of the difference and the distinction between I makes it difficult and Another one results of the fusionalidade, that is, of the narrow relation where díade, or the pair mother-son, initially meets. Aquando of the birth, obstetra or the obstetrician cuts the umbilical lace that binds the just-been born one to the mother. However, and although this disconnection, bebé needs to keep a relation of strong linking and dependence (fusional linking) with the adult figure to who if it goes to tie (figure of main entailing): she is it who not only goes it to feed, to move when he is dirty, to heat when it has cold or to free of some clothes when has heat, as she is also the mother who goes to perceive that that its son needs at each moment.

Being born full of potentialities, the just-been born one is, however, initially very immature and has only the body and the voice to communicate. It I cry, the movements of the body, the mimic one goes being gradually interpreted for the mother who passes each time namely better when she is that bebé is to cry because has hunger, or when it is that it makes it very because has the dirty diaper or because, simply, wants company and it wants to chat with somebody. In such a way, the mother (and also other people as the father, the brothers, the grandmothers, etc.) goes helping bebé to descodificar its emotions and to give name to the things, in a process that are extremely important for the development of its capacity to think and for the appearance and development of the proper language.

The communication problems

As we can easily understand this task is not easy, therefore bebé communicates of a very different form of ours. It has, therefore, many situations where the mother does not make right with that that bebé needs and this, in these circumstances, it cries, and for times it cries very, leaving the tired mother very and very despaired. Habitually it already is tired for other reasons (nights badly slept, division of the attention and the cares between bebé and the other brothers, deal of the house, work) e, for times, feels itself sad, with lack of force, very sensible in the months that if succeed to the childbirth (being able to suffer from what depression is called after-childbirth and that it has that to be diagnosised by a professional of health and to be treated conveniently). For some and other reasons, she can happen that, between the mother and bebé, if they develop communication difficulties. In desperate situations more, the mother can exactly give up, leaving bebé alone, delivers proper itself for more or less long periods e, nor always, in security conditions.
When this if repeats with frequency, bebé starts to be neglected, that is, starts not to be taken care of in its physical necessities (feeding, hygiene, health, protecção, monitoring face to the danger, habitation) and afectivas (corporal contact, caresses, we mimos, tricks, company). Other times, in situations where the mother looks for, without obtaining, making with that the child obeys to it and makes what it understands that it is necessary and correcto (for example, to eat the Pope, to sleep, to be waked up) can appear a more violent behavior (berros, collision, apertões, etc.) that, in function of its intensity and the place where bebé is reached, can arrive to put in danger its same health or its life. The violence can, as we see, appear in these occasions.
When the mother and bebé are not alone, other people as the father, the brothers, the grandmothers, the uncles, etc., can help to esbater these tensions but they can, also, increase them (for giving contradictory indications, for also demanding a part of the attention, for creating much noise and confusion, for creating alliances of ones against the others) e, in this height, the violence can be widened and involve more people.

As I finished to relate, the beginning of the one life bebé compels to a very great dependence between it and the mother (or its substitute). More or less from the six months, this strong linking must start to changed itself to give to place to a dependence each more relative time, in order to not only allow that other people (since soon the father, but also other elements) start to be party plaintiff of the life of bebé as to make possible it to it experience to be alone. It will be in the absence of the figure of entailing that bebé learns to distinguish itself from the Others, therefore in this height only understands that the these Others are not a prolongation of proper it (of its I) nor are citizens integrally to its will (omnipotência).
The management of this balance between a great dependence and a relative dependence is something that if becomes simultaneously difficult for the mother and the child. To the measure that grows, this goes trying new forces and goes testing the adult in the direction to see what it is that it can or cannot make and until where is that it has capacity to be to determine the route of the events and to influence the behavior of the others. To the measure that the time goes passing and that the mother sees its son to grow, it perceives that it goes having each time more capacities to go itself autonomizando: but if this, on the other hand, it of generally the pleasure, on the other hand, to far to try it a terrible feeling of loss with which nor always it deals very well and face which is, many times, attemped to strengthen the dependence bows, becoming “ mother hen ” and being able to submit exaggerated times the child to its will. This, however, and at the same time that it needs being loved and protege, strengthened in its necessities of dependence, looks for to become free itself of the chain of afectos that imprisons it, provoking the adult in the direction of, for times of the awkward form most inadequate and, to test, simultaneously, its capacity to give afecto and to give autonomy.

Child

General aspects of the development of the child

The psicoafectivo and maturativo development of the child becomes for stages, depending ones on the others. Thus, each period or phase of the life of a child must be looked at as a small part of great puzzle that it is the construction of its mental health.

0As insanities in infancy are rare, however the disturbances of the mental health are each time more frequent. This fact alone can be surpassed if each one of us will be intent to the risk signals that precociously are disclosed in the infanto-youthful behavior. The postponed psicoterapêuticas interventions will be able to prevent crónicas situations or of difficult solution.

Here it is some causes that in the society contemporary can make to be in danger the psychological life of the children and adolescents:

drawn out familiar crises (domestic violence, divorce separation of the parents, etc.);

successive abandonments, losses for I fight badly managed;

it lacks reliable in the rendering of cares;

recklessness;

lovelessness;

absence of afectivos bonds;

conflicts in the school;

absence of parental supervision;

solitude and isolation;

absence of mediation in relation to the visionamento of the social medias;

extreme parental permissividade;

absence or contradiction in the authority, etc.

The symptoms that can lead to a reduction of the quality of life of the same child or to the disturbance of its behavior and, in last analysis, to the insanity, are:

sadness;

desmotivação;

isolation;

apathy;

states of anxiety and melancholy;

brusque alterations of mood;

aggressiveness;

frequent speech on the thematic one of the death;

reactivação of the fears already previously exceeded;

fixed ideas, for example obsessive, etc.

If its son to present some of these symptoms, remains itself calm, talks with it, he tries to securizar it and he analyzes the environment that encircles it (it knows who are its friends, the friends and for where walk). It gives attention to it and it establishes with it a reliable relation. Probably the symptom will pass. Case this if does not verify part helps its doctor of family. It will know to send the order for equips them specialized that they function in the Department of Pedopsiquiatria and Infantile and Youthful Mental Saúde and that they are permanently of prevention in the Hospital Pediátrico de Coimbra.


What it is the domestic violence?
Domestic violence is assigned all for “ ” the type of aggressions that exist in the seio of a familiar relation.

It can take the form of psychological and mental violence, that includes aggressions verbal, persecution, confines, privation of physical and financial resources, dificultação of familiar contacts with or friends.

In many cases it arrives at the physical aggression, that can go of the breakings, pushes, pinches, kicks, beatings, until the a death.

The domestic violence reaches children, women, aged, deficient or sick.

Also if other cases of domestic violence registam, as in couples homosexuals and couples heterosexuals where the victim is the man.

However it is in the women who if concentrate the efforts of eradication of the domestic violence because she is on them that she falls again the smashing majority of the violence cases.

The Violence against the Women is perhaps the most shameful breaking of the human rights. It does not know geographic, cultural borders or of wealth. While to be remained, we will not be able to affirm that we made true progressos in direcção to the equality, the development and the peace. “Kofi Annan, General Secretary of United Nations.


- All the people, men women and children can be violence victims.

- A great number of violence acts occurs in the seio of the family, being the women, the children and aged the victims most frequent of maltreatment.

- Any form of physical or moral aggression Is understood for maltreatment.

- Socos, kicks, aggression with weapons or objectos weighed, abandonment, expulsion of house, sexual violence, are some of the forms of physical maltreatment.

- The insults and humilhações, in private public and, the threats, the moral abandonment, the destruction of personal and domestic property, are forms of moral maltreatment.


Definition of Violence Against the Women - Advice of the Europe:

“Any act, omission or behavior that serve to inflict physical, sexual or mental sufferings, directa or indirectamente, by means of deceits, threats, coercion or any another way, to any woman, and having for objectivo and as effect to intimidate it, puniz it or to humiliate it, or mantê-lá in the on estereotipados papers to its sex, or to refuse it to it dignity human being, the sexual autonomy, the physical, mental and moral integrity, or to shake its personal security, its proper love or its personality, or to diminish its physical or intellectual capacities.”


The Violence against the Women is perhaps the most shameful breaking of the human rights. It does not know geographic, cultural borders or of wealth. While to be remained, we will not be able to affirm that we made true progressos in direcção to the equality, the development and the peace. “Kofi Annan, General Secretary of United Nations.


- All the people, men women and children can be violence victims.

- A great number of violence acts occurs in the seio of the family, being the women, the children and aged the victims most frequent of maltreatment.

- Any form of physical or moral aggression Is understood for maltreatment.

- Socos, kicks, aggression with weapons or objectos weighed, abandonment, expulsion of house, sexual violence, are some of the forms of physical maltreatment.

- The insults and humilhações, in private public and, the threats, the moral abandonment, the destruction of personal and domestic property, are forms of moral maltreatment.


Definition of Violence Against the Women - Advice of the Europe:

“Any act, omission or behavior that serve to inflict physical, sexual or mental sufferings, directa or indirectamente, by means of deceits, threats, coercion or any another way, to any woman, and having for objectivo and as effect to intimidate it, puniz it or to humiliate it, or mantê-lá in the on estereotipados papers to its sex, or to refuse it to it dignity human being, the sexual autonomy, the physical, mental and moral integrity, or to shake its personal security, its proper love or its personality, or to diminish its physical or intellectual capacities.”


One in each five women suffered maltreatment on the part from its husband or friend, at least a time in the life;

- 25% of the totality of the violent crimes that arrive at the public domain, say respect the aggressions perpetrated against the woman, for its husband or friend.



We continue, thus, in full century XXI (one says that the previous one was the “century of the women”) to attend a fenómeno that puts in cause the quality of life and the rights of the women and its children, what in it takes them to question and to reflectir on the strategies and the measures that have come to be adoptees.



It is known that the conjugal violence appears in the confluence of different types of 0 variable (personal, relationary, situacionais and cultural) whose reading and understanding assume, many times, great difficulty. It matters to prevent to fall in the temptation of simplistas readings and apparent solutions that nothing they modify, serving, only, to help to perpetuate the problem. To condemn the culprit and to protect the victim, by itself, do not modify relationary dynamic behaviors nor.



We hear, many times, to say that:

If the woman keeps a violent relation, is because she wants… can present complaint, go for a shelter center and, to decide the problem. If it does not ask for aid is because she does not feel necessity?



What she happens, frequent, is that it has factors that they take the woman to remain itself in the relation, that, matters to consider:



- the fear to still more come to be damaged;

- the children, and the certainty of that, although everything, they like it father and this are necessary them lack;

- the económica dependence, exactly in cases where the woman has a remunerated activity;

- having to face a new alone life, with the children the position and the responsibility of its education and its future;

- assuming the failure of its relation;

- the vergonha/humilhação.

-…



More than what to judge, it has that to understand the fenómeno in its globalidade and, among others measures, to develop programs of support, whitewashing and accompaniment for victims and aggressors, to promote programs, directed at every level of education, of “Education for the equality between the sexos”, of “Education for the peace” and of Prevention of the violence.


The conflicts

It is in this context that if generates, wants in infancy wants in the adolescence, many wars that finish, but also they are drawn out, in acts of psychological violence (insults, shouts, critical permanent, depreciations, threats of abandonment) and/or physics (pushes, slaps, tareias, burnings, mordeduras, etc.). In infancy, as the child has little physical power of what the adult and sees it, habitually, as having more authority (vertical hierarchy) the violent behaviors more frequent occur of the adult for the child, being this, in the great majority of the times, the victim. In a situation of bigger similarity with the adult (she wants in physical terms wants in cognitivos terms), the adolescent can, also, appear as aggressive, alternating, many times, with the adult, in a game of papers where, however being a victim and the other aggressor and vice versa, is the proper violence that if auto-he feeds.

As we could perceive, the violence is very on the two aspects:
) on the other hand, to the necessity of the aggressor to impose its will and to submit the other to this same will, keeping, thus, a relation of strong dependence and linking;
b) on the other hand, to the exercise of the authority and of disciplines. It does not admire, therefore, that let us can attend the appearance, or increase, of violent behaviors in heights where the victim has more necessity of rules and limits and in periods where manifest greater express necessity or where exactly its autonomy. To be father is, without a doubt, difficult therefore demands one constant balance between being firm, without being authoritarian, and loving without asfixiar the other, between giving and receiving. Nor always our proper parents obtain to create in us the confidence that we need stops in feeling them loved enough and capable loving the others, respecting its individuality. When this happens, has trend sentirmo-in the weak ones, little to trust us e, paradoxicalally, looks for to dominate the others as form of in them dominating proper we and of in reinsuring them of its love. Therefore we find many histories of parents who maltreat the children and of children who, when parents become, also maltreat its proper children, in a chain that, happily, for times if interrupts but that it has sufficiently trend to perpetuate itself.

In families and society where the hierarchies are many rigid ones (and where, therefore, who orders and who obeys is in levels of being able very different), where the beliefs around the obedience and of the respect consider that who is in the top of the hierarchy has the right of being obeyed in any circumstance and that who obeys must make it without plea, in families and society where the degree of relative autonomy of the citizens is very small (because one strong dependence of a face to the others exists) and where if it considers that the men they are stronger and they must exert its protecção on the women, considered the these most fragile ones, submissas and dependents, the possibility violent behaviors to be appeared as form to decide questions of being able, auto-affirmation, plea and personal autonomy are very great. It is in this direction that we have all that to be intent, of form we to respect the Other in its individuality, we stop in them respecting proper and being for it respected, and in order to find forms less destructive to decide our difficulties, divergences and conflicts.

It has families where the violence occurs, basically, between the couple. The reasons are, in my opinion, the same ones: many proper little safe times of itself, these two adults create a communication form where one attacks and the other becomes victim but where, generally, both contribute for the perpetuation of the violence. Its families of origin (that is, its parents, brothers, brothers-in-law, uncles, etc.) are, to a great extent, involved, exactly when this is not very clearly and exactly when what all more they want it is to help.
When they have children, those adults do not obtain to develop its relation without they also in it participate, times because they are the proper parents who calls them as allied, other times because they are they that want to participate, vain of whom will be able finally to the proper violence. Pure illusion! At the beginning, the children look for, through what they say (“ I do not want to see you ” angry, “ I do not want that it dressing gowns ”) or of what they make (of its I cry, of its small perrices or called attention, for example), to show to the parents who want that the situation if modifies. However, if it draws out itself, places itself of the side of the ancestor who is victim, looking for to console it e, for times, to defend it.
She is also in this height that, very frequent, if they come back against the aggressive ancestor, criticizing it or defying it in its authority. As we can easily understand, in these circumstances, the children run serious risks to be also attacked they (physically and/or psychologically), therefore the aggressor cannot accept to see themselves contested nor blunt. The adult victim can be, still, more attacked given who the aggressor thinks that she was it who stirred up the children to take those attitudes. For times, the parents have periods of truces: only that, in this height, the children frequent feel traídas for the ancestor victim and, not perceiving what is transferred with the parents, they tend to become rebellious e, frequent, victims of the irritation of the father and the mother.






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